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Bolsonaro dispara em enquete da revista Time para personalidade do ano

Bolsonaro dispara em enquete da revista Time para personalidade do ano

O presidente eleito está a frente do Papa Francisco e do presidente americano Donald Trump.

A militância do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), mostrou-se forte mais uma vez na internet. Uma campanha para colocar Bolsonaro no topo da lista que escolhe a personalidade do ano mostra que o capitão da reserva tem 46% da preferência popular no site da revista “Time”.

Na tarde de terça-feira (26), reportagem de O TEMPO mostrou que Bolsonaro estava à frente do papa Francisco e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Centenas de apoiadores do presidente eleito começaram a divulgar o link da revista para que outros militantes pudessem votar no capitão da reserva.

A reportagem consultou o resultado parcial e Bolsonaro aparecia com 46% dos votos às 17h04 desta quarta-feira (28). Na terça-feira, Bolsonaro estava com 13%, à frente de papa Francisco de Trump.

São 55 pessoas indicadas no site da revista norte-americana. Aparecem, por exemplo, na disputa pela preferência do voto popular Emmanuel Macron (presidente da França), Kim Jon-un (ditador da Coreia do Norte), Xi Jinping (presidente da China) e Angela Merkel (chanceler da Alemanha).

Entre os principais nomes do ano aparecem ainda a princesa inglesa Meghan, a ex-primeira-dama dos EUA Michelle Obama, a atleta Serena Williams e a cantora Taylor Swift. 

O resultado pode mudar a qualquer momento. Mesmo que termine em primeiro lugar – posição ocupada pelo príncipe árabe Mohammed Bin Salmad – Bolsonaro só aparecerá na capa de dezembro da revista se a equipe de editores de uma das maiores revistas do mundo concordarem.

A votação no site da revista é apenas para avaliar a opinião do público sobre as apostas para personalidade do ano, sem interferir na escolha posterior. 

Em dezembro, desde 1927, a revista "Time" coloca na capa a personalidade do ano. No ano passado, não foi apenas uma pessoa, mas o grupo de mulheres que decidiu quebrar o silêncio e denunciar casos de assédio nos EUA.